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CIDADE & REGIÃO

13/01/2018

ARTESP alerta sobre a hanseníase nas rodovias

DA REDAÇÃO

Neste mês de janeiro, a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) e as 22 concessionárias de rodovias paulistas estão apoiando a campanha educativa que visa ampliar informações sobre a hanseníase, tema do “Janeiro Roxo” instituído pelo Ministério da Saúde. Os 352 painéis de mensagens variáveis instalados em pontos de grande movimentação das rodovias paulistas concedidas exibirão o alerta: “Janeiro Roxo – Todos Contra a Hanseníase”. Na rodovia Marechal Rondon (SP 300) a medida também foi adotada pela empresa responsável. Com isso, espera-se que as pessoas busquem mais informações sobre a doença para que o diagnóstico seja feito mais precocemente. “A hanseníase é hoje no Brasil uma endemia oculta pela falta de diagnóstico. As pessoas têm procurado as unidades de saúde quando a doença já está no estágio de incapacidade física. Com a campanha, e a parceira da Artesp, esperamos chegar às pessoas para ter diagnósticos mais rápidos e chegar ao controle dessa doença que é milenar na sociedade”, avalia o Dr. Cláudio Salgado, presidente da Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH). O tratamento para hanseníase, feito com antibiótico, é gratuito em todo o país. A doença é causada por uma bactéria que afeta os nervos levando à perda ou diminuição da sensibilidade ao toque, à dor, ao frio e calor, além de formigamentos e dormências. Podem surgir manchas avermelhadas ou esbranquiçadas na pele. Além disso, a hanseníase é a doença infecciosa que mais causa cegueira. Se for diagnosticada a tempo, as sequelas podem ser controladas e o paciente terá uma vida normal. Os exames clínicos são suficientes para o diagnóstico. O Brasil é o segundo país com mais casos de hanseníase, atrás da Índia. Por ano, são registrados perto de 30 mil casos da doença, nos vários estados brasileiros e dentre as várias classes sociais, incluindo adultos e crianças. A título de comparação, o Brasil registra oficialmente a mesma quantidade de casos de HIV/AIDS anualmente. Estima-se que 90% da população tem defesa natural contra a doença, mas a hanseníase leva de 5 a 10 anos para se manifestar. Em 2017, a SBH lançou a campanha educativa Todos Contra a Hanseníase, com objetivo de alertar e levar informações à população. “Muitas pessoas convivem durante anos com a doença sem conhecer os sintomas. Por isso, precisamos que jovens e adultos sejam alertados e tornem multiplicadores de informações, para evitar o diagnóstico tardio e as sequelas”, alerta Salgado. 

(Com informações/Artesp)

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